Alguns senadores responderam prontamente ao meu e-mail sobre a CSS. A estes um muito obrigado. Infelizmente nenhum senador do Rio de Janeiro respondeu, o que mostra o total desleixo desses para conosco, eleitores. Segue abaixo as respostas de cada um deles:
Senador Alvaro Dias - PSDB:
Prezado Tiago Motta,
Eu vou votar contra a criação do novo imposto ,batizado de CSS. Não há lógica nos argumentos do governo ao defender a necessidade desse tributo para atender às despesas com saúde pública. O Banco Mundial realizou estudo que confirma: o governo brasileiro gasta muito mal os recursos destinados em saúde pública. A gestão é temerária, provocando desperdício. Portanto, mais do que recursos o que se exige é organização e competência. Os governistas querem deixar a votação da CSS para depois das eleições. Mas a oposição não deve aceitar a manobra. Estou defendendo a agilização dos procedimentos para que se vote o mais rapidamente possível o projeto que institui a CSS. É preciso afastar o fantasma da CPMF já. O governo precisa se organizar na área de saúde pública com urgência. Dar tempo é alimentar a falsa expectativa de que poderemos aprovar essa aberração. A definição de recursos para a Saúde é inadiável; empurrar indefinidamente a votação dessa matéria é prejuízo para a população. Vamos agilizar os procedimentos para que a votação do projeto que institui novo imposto ocorra o mais rapidamente possível.Hoje temos votos suficientes para rejeitar a CSS e a protelação atenderia aos objetivos do governo que deseja transferir para depois das eleições essa importante decisão. Não creio que ela passe no Senado. De qualquer forma repito: vou votar contra a aprovação do novo imposto.
Agradeço o envio da mensagem e mando o meu cordial abraço,
Alvaro Dias
Email : alvarodias@senador.gov.br
Visite nossa página na internet www.senadoralvarodias.com
Blog : www.blogalvarodias.com
Senador Marco Maciel - DEM:
Prezado Senhor
Incumbiu-me o Senador Marco Maciel de agradecer seu e-mail e parabenizá-lo pelo exercício de cidadania.
Se depender do Senador Marco Maciel não será efetuado nenhum aumento de carga tributária que tanto penaliza nossa sociedade.
O sucesso da estabilização econômica e fiscal conquistada pelo povo brasileiro, após a implantação do Plano Real, tem permitido sucessivos recordes de arrecadação que deve ser revertido para que os preceitos constitucionais sejam observados, com relação à saúde, educação, segurança, infra estrutura, etc.
Não há razão para que a decisão soberana dos Senadores, com a derrubada da CPMF seja questionada, com a proposta de criação de novo imposto.
Cordialmente,
Nilson Rebello
Chefe de Gabinete
Senador Arthur Virgílio Neto - PSDB:
Encaminho-lhe minha posição reafirmada sobre o CSS, através de novo pronunciamento no dia 18 de junho. Muito obrigado por sua participação. Saiba que a opinião da população é observada, quando manifestada. É desta forma que construiremos um Brasil melhor e mais justo.
Senador Arthur Virgílio Neto
Líder do PSDB
O SR. PRESIDENTE (Garibaldi Alves Filho. PMDB – RN) – Concedo a palavra ao Senador Arthur Virgílio, Líder do PSDB.
O SR. ARTHUR VIRGÍLIO (PSDB – AM. Para discutir. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, houve, de fato, um acordo. O acordo era votarmos três embaixadores e três medidas provisórias.
Autoridades podemos a qualquer momento sobre elas deliberar, aprovando os nomes ou os rejeitando. E tem inteira razão o Líder do DEM, Senador José Agripino Maia, quando diz da nossa vontade de derrubar no voto essa nova contribuição, essa tal CSS, que substitui, na verdade, a famigerada e não saudosa CPMF.
Estranhamente, o Governo revela agora falta de desejo de votar essa matéria. Alguns que são mais diretos dizem assim: “Vamos votar depois da eleição”. Aí eu pergunto a V. Exª, Sr. Presidente – perdoe-me se eu porventura estiver sendo rude, não é minha intenção ser rude de jeito algum –: mas o que tem CSS a ver com as calças, Sr. Presidente? O que tem a ver eleição com saúde? Não consigo entender. O dever de um Governo é governar. Se essa contribuição é tão essencial para a saúde brasileira, o dever do Governo é governar. Então, ele tem que ganhar votos ou perder votos, deixar isso de lado, e ir às últimas conseqüências em relação à sua idéia. Essa idéia está desmontada, está desmoralizada, não passa nem hoje nem depois da eleição nem passa amanhã. Não passa porque ficou patente que o Governo quer mais dinheiro, aumentando carga tributária, sem necessidade de fornir as necessidades da saúde. Esse é o fato. Esse é o fato.
Nós teremos um movimento de opinião pública que, imagino, será avassalador agora ou depois das eleições. E uma democracia como a brasileira tem eleição a cada dois anos. Vamos ser bem claros: urgência não há. O Governo alega insegurança aqui e alguns alegam que não se vota isso antes das eleições, talvez para não exporem a sua base aliada ao que seria um desgaste de opinião pública. Então, a base aliada vem primeiro do que os interesses nacionais. A questão eleitoral, a questão eleitoreira melhor dizendo – aí eu quero pejorar mesmo –, vem acima de uma questão relevante como a da saúde.
Eu entendo que, para se dirigir bem a saúde no Brasil, se precisa de honestidade, se precisa de choque de gerência, se precisa de efetiva priorização. O Governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras e não deu um real para a saúde; aumentou a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido para os bancos – isso vai ter reflexo nos empréstimos, porque os tomadores de empréstimo é que vão pagar o que será repassado a eles pelos bancos – e nenhum real disso foi para a saúde.
O Governo diz agora que, para dar o dinheiro correspondente à emenda do Senador Tião Viana, precisa de uma tal fonte, e eu dou a fonte: os Ministérios supérfluos que deveriam ser extintos, os cargos em comissão que significam o aparelhismo partidário, tudo isso é fonte. Mas mais, ainda que mantivesse todo esse aparato desnecessário de administração pública, ainda tem a arrecadação crescente. Praticamente, o Governo já arrecadou todo o chamado buraco, aquele que ele imagina que fosse o buraco da CPMF.
Então, a saúde não é uma prioridade e, de novo, o Governo demonstra que não é uma prioridade, porque, quando ele canta e decanta que precisa da CSS para aprovar recursos para a saúde, e aqui ele diz que só vota depois das eleições, é porque não tem tanta pressa assim, e acaba o Governo, então, de desmoralizar de vez qualquer tentativa de criar alguma contribuição. Ele nos diz acreditar numa reforma tributária, que é muito fraca, é muito frágil, é muito tímida, mas tem algumas coisas boas. Uma delas: propõe acabar com todas as contribuições. No mesmo momento em que diz que quer acabar com as contribuições, manda uma nova contribuição para cá.
Então, é uma contradição ambulante, não é metamorfose ambulante, é uma contradição ambulante essa a do Governo Federal.
Por isso, Sr. Presidente, nós aqui estamos a denunciar isso, dizendo que de nossa parte estamos prontos para votar a CSS. Nós concordamos com a matéria vir direto para o plenário, para decidirmos essa parada antes do recesso parlamentar.
Em relação a esta matéria, nós honramos o nosso compromisso. O que cumprimos prometemos. Em uma Casa onde é cada vez de melhor tom que o Governo perceba que o diálogo democrático deve substituir sempre qualquer tentação de prepotência, porque não anda sem a nossa colaboração, anda com a nossa colaboração, e a nossa colaboração anda na medida em que haja esse respeito democrático a uma minoria, que é uma minoria tão relevante, que dela depende o resultado das votações no dia-a-dia da Casa.
Então, Sr. Presidente, nós votamos “não”. O PSDB vota “não”, por entender que não se deve contrariar o Supremo Tribunal Federal. Nós não devemos deliberar a favor de nenhuma medida provisória que trate de crédito orçamentário, e nós não devemos contrariar a Suprema Corte, não devemos diminuir o papel do Congresso Nacional, do Senado Federal. O PSDB vota “Não”.
Em relação à CSS, volto a dizer: estamos mais do que colaborativos. Queremos derrotar no voto o novo tributo. Não ao aumento de carga tributária; não ao novo tributo. E temos confiança, a confiança de que o Governo não tem na sua base, achando que vai perder a votação aqui, nós temos na nossa base de oposição e temos em pessoas independentes da base governista. Então, a hora em que quiserem votar, estamos às ordens para o confronto, estamos às ordens para o cotejo, estamos às ordens para o desafio. Se quiserem falar a sério, defendam suas convicções, se é que as têm, nós defendemos a nossa. E a nossa é derrotar no voto, no plenário, a CSS, ainda antes do recesso Parlamentar.
Muito obrigado.
Meu voto nesta matéria, Sr. Presidente, é “não”.
sexta-feira, junho 20, 2008
E-mail sobre o CSS enviado a todos os senadores
Mandei essa semana o seguinte e-mail a todos os senadores do Brasil:
Não consigo entender como alguém pode ser a favor da volta do CPMF, transvestido de CSS. Um imposto com carater cumulativo e que onera principalmente aqueles que estão na base do consumo, inflacionando ainda mais os produtos e que não traz qualquer benefício à população, só ajuda mesmo aqueles que estão no poder, tendo mais dinheiro para comprar votos. O fato é que para não acabar com a CPMF, o governo fez um monte de terrorismo, ameaçando acabar com o bolsa família e dizendo
que teríamos deficit no orçamento. O que ocorreu foi exatamente o contrário, tivemos recordes e mais recordes de arrecadação. Ou seja, o governo ainda quer tomar mais dinheiro do povo brasileiro. E pra que? Pra bancar sindicatos e marajás. Um tremendo absurdo.
Me envergonhei de saber que todos os senadores do Rio de Janeiro votaram a favor ou se absteram da prorrogação da CPMF. Isso só legitimou mais ainda minha vontade da total renovação dos quadros
legislativos do povo fluminense. Sem duvida estão podres. Eu que votei em Dornelles, hoje me envergonho deste voto. Antes tivessemos eleições de avaliação, para verificar se determinados senadores deveriam continuar exercendo o mandato. Como isso ainda não é possível, fica só
o meu protesto. Dornelles, você envergonhou meu voto.
Segue abaixo alguns textos e estudos que mostram que a CPMF, e a CSS não são necessárias, bem como são danosas ao nosso povo:
- Por que a CPMF precisa acabar
- Jogo sujo do governo a favor da CPMF
Alguns senadores responderam meu e-mail sobre o CSS aqui: Resposta dos senadores ao e-mail sobre a CSS.
Não consigo entender como alguém pode ser a favor da volta do CPMF, transvestido de CSS. Um imposto com carater cumulativo e que onera principalmente aqueles que estão na base do consumo, inflacionando ainda mais os produtos e que não traz qualquer benefício à população, só ajuda mesmo aqueles que estão no poder, tendo mais dinheiro para comprar votos. O fato é que para não acabar com a CPMF, o governo fez um monte de terrorismo, ameaçando acabar com o bolsa família e dizendo
que teríamos deficit no orçamento. O que ocorreu foi exatamente o contrário, tivemos recordes e mais recordes de arrecadação. Ou seja, o governo ainda quer tomar mais dinheiro do povo brasileiro. E pra que? Pra bancar sindicatos e marajás. Um tremendo absurdo.
Me envergonhei de saber que todos os senadores do Rio de Janeiro votaram a favor ou se absteram da prorrogação da CPMF. Isso só legitimou mais ainda minha vontade da total renovação dos quadros
legislativos do povo fluminense. Sem duvida estão podres. Eu que votei em Dornelles, hoje me envergonho deste voto. Antes tivessemos eleições de avaliação, para verificar se determinados senadores deveriam continuar exercendo o mandato. Como isso ainda não é possível, fica só
o meu protesto. Dornelles, você envergonhou meu voto.
Segue abaixo alguns textos e estudos que mostram que a CPMF, e a CSS não são necessárias, bem como são danosas ao nosso povo:
- Por que a CPMF precisa acabar
- Jogo sujo do governo a favor da CPMF
Alguns senadores responderam meu e-mail sobre o CSS aqui: Resposta dos senadores ao e-mail sobre a CSS.
segunda-feira, setembro 17, 2007
A maior vitória da imprensa
Paulo Henrique Amorim escreveu recentemente um artigo no mínimo rídiculo entitulado "A maior derrota da imprensa". Basicamente o texto, escrito em tópicos, defende Renan Calheiros e comemora sua absolvição como se fosse uma vitória do senado brasileiro contra a imprensa. Que ele chama de golpista é claro.
Isto escrito por um petista não é nenhuma novidade. Petistas em geral, desde que se apossaram do poder, e de nosso dinheiro, passaram a culpar o trio imprensa, mídia e elites, sempre que alguma cagada deles é revelada. Foi assim no mensalão, dossiê, crise aérea, lulinha e telemar, com vavá e será assim com as descobertas da CPI das ONGs.
O estranho, é que esse petista é também um jornalista. Isso porque não foi nenhum orgão de imprensa ou de mídia que quebrou o decoro parlamentar. Foi o presidente do senado, Renan Calheiros.
Mesmo que o senador conseguisse provar que não recebeu dinheiro algum do lobbista, o fato dele ter recebido um favor de alguém que se beneficiou de emendas feitas pelo mesmo já configura quebra do decoro. Cézar Maia prefeito do Rio, em seu ex-blog relembra dois casos de cassação sobre quebra de decoro que não tinham sequer provas documentais: O deputado Barreto Pinto, fotografado de smoking em cima e cueca embaixo, e Collor por evidências de corrupção desencadeada por seu homem de confiança, mas sem provas documentais.
Mas, mesmo sabendo disso, um jornalista como Paulo Henrique Amorim, prefere de má-fé enganar seus leitores, e abusar da inteligência alheia escrevendo um artigo que nada mais é do que um folhetim de propaganda política. Ele chega a afirmar que 99% dos deputados e senadores fazem o mesmo que Renan Calheiro. Sem dúvida uma estatística mentirosa, mas que não exime o senador.
É o típico pensamento pequeno dos conformados com a corrupção. Pensam: Ah, todo mundo rouba mesmo, então deixa ele roubar. Lastimável um jornalista propagandear esse tipo de pensamento.
A vitória do senador Renan Calheiros, não foi contra a imprensa, foi contra a ética, foi contra o povo. Na verdade, com a absolvição de Renan a imprensa ganhou mais do que perdeu.
Vejamos: Um presidente do senado com mais dois processos de quebra de decoro parlamentar nas costas, um senado dividido e um desgaste desnecessário do governo para salvar um senador em troca da prorrogação da CPMF. Isso tudo é uma grande fonte de notícias e como consequência uma grande fonte de lucro.
A imprensa só perderá quando o governo parar de fazer burradas.
Isto escrito por um petista não é nenhuma novidade. Petistas em geral, desde que se apossaram do poder, e de nosso dinheiro, passaram a culpar o trio imprensa, mídia e elites, sempre que alguma cagada deles é revelada. Foi assim no mensalão, dossiê, crise aérea, lulinha e telemar, com vavá e será assim com as descobertas da CPI das ONGs.
O estranho, é que esse petista é também um jornalista. Isso porque não foi nenhum orgão de imprensa ou de mídia que quebrou o decoro parlamentar. Foi o presidente do senado, Renan Calheiros.
Mesmo que o senador conseguisse provar que não recebeu dinheiro algum do lobbista, o fato dele ter recebido um favor de alguém que se beneficiou de emendas feitas pelo mesmo já configura quebra do decoro. Cézar Maia prefeito do Rio, em seu ex-blog relembra dois casos de cassação sobre quebra de decoro que não tinham sequer provas documentais: O deputado Barreto Pinto, fotografado de smoking em cima e cueca embaixo, e Collor por evidências de corrupção desencadeada por seu homem de confiança, mas sem provas documentais.
Mas, mesmo sabendo disso, um jornalista como Paulo Henrique Amorim, prefere de má-fé enganar seus leitores, e abusar da inteligência alheia escrevendo um artigo que nada mais é do que um folhetim de propaganda política. Ele chega a afirmar que 99% dos deputados e senadores fazem o mesmo que Renan Calheiro. Sem dúvida uma estatística mentirosa, mas que não exime o senador.
É o típico pensamento pequeno dos conformados com a corrupção. Pensam: Ah, todo mundo rouba mesmo, então deixa ele roubar. Lastimável um jornalista propagandear esse tipo de pensamento.
A vitória do senador Renan Calheiros, não foi contra a imprensa, foi contra a ética, foi contra o povo. Na verdade, com a absolvição de Renan a imprensa ganhou mais do que perdeu.
Vejamos: Um presidente do senado com mais dois processos de quebra de decoro parlamentar nas costas, um senado dividido e um desgaste desnecessário do governo para salvar um senador em troca da prorrogação da CPMF. Isso tudo é uma grande fonte de notícias e como consequência uma grande fonte de lucro.
A imprensa só perderá quando o governo parar de fazer burradas.
quarta-feira, setembro 12, 2007
PT salva Renan Calheiros em troca de CPMF
Renan Calheiros salvou-se hoje da cassação não por ser inocente, mas por causa de seu poder político e da salvaguarda do voto secreto. Os senadores petistas puderam votar livremente a favor do rei do gado, sem medo que seus eleitores conferissem sua canalhisse. Tudo isso para manter o apoio do PMDB na aprovação da CPMF. Com isso o PT sacaneia o povo duas vezes em uma tacada só.
A melhor coisa para o Brasil seria a queda do presidente do senado. Seria uma grande chance para que se criasse um segundo Roberto Jefferson. Um novo mar de lama seria descoberto. A coincidência no número de senadores a votarem contra a cassação, com o número de réus do caso do mensalão pode não ser só coincidência. Muitos rabos presos seriam puxados por vingança.
Contudo, o PT preferiu como sempre defender impunidade.
Lamentável.
A melhor coisa para o Brasil seria a queda do presidente do senado. Seria uma grande chance para que se criasse um segundo Roberto Jefferson. Um novo mar de lama seria descoberto. A coincidência no número de senadores a votarem contra a cassação, com o número de réus do caso do mensalão pode não ser só coincidência. Muitos rabos presos seriam puxados por vingança.
Contudo, o PT preferiu como sempre defender impunidade.
Lamentável.
quarta-feira, agosto 22, 2007
Mensaleiros devem ser perdoados?
Os petralhas de plantão acreditam que sim. O argumento principal deles é que isso é algo que sempre ocorreu. Citam o exemplo da compra de votos para a reeleição do governo Fernando Henrique. E dizem que já que ninguém foi punido, os petralhas deveriam ser poupados também.
Já eu penso de uma forma completamente diferente. Acredito que independente do governo em questão, deve-se investigar e se comprovado punir todos os infratores. No caso da compra de votos, houve o julgamento e nada foi comprovado. No caso do mensalão, os petralhas estão até mesmo tentando impedir o julgamento do STF.
Chega ao cúmulo de alegarem que mensalão não existiu. Mesmo com todas as confissões, inclusive de companheiros de partido. Para essas pessoas que defendem com tanto ardor a persistencia da impunidade no Brasil, seguem as perguntas que o procurador geral fez ao defender sua tese de que cabe o julgamento sim.
- Por que os envolvidos não agiram às claras, como fazem "pessoas de bem"?
- Por que parte do dinheiro era depositado em contas bancárias no exterior?
- Por que não se utilizava o mecanismo bancário comum, este que conhecemos?
- Por que Marcos Valério e Delúbio Soares mentiram sobre a movimentação financeira?
- A movimentação clandestina de mais de R$ 40 milhões é o quê?
- A mala de dinheiro entregue ao então PL e ao PTB é o quê?
- Os saques feitos por parlamentares, em espécie, no Banco Rural são o quê?
São só algumas das perguntas que não se calam, nessa sujeira que é o governo Lula.
Já eu penso de uma forma completamente diferente. Acredito que independente do governo em questão, deve-se investigar e se comprovado punir todos os infratores. No caso da compra de votos, houve o julgamento e nada foi comprovado. No caso do mensalão, os petralhas estão até mesmo tentando impedir o julgamento do STF.
Chega ao cúmulo de alegarem que mensalão não existiu. Mesmo com todas as confissões, inclusive de companheiros de partido. Para essas pessoas que defendem com tanto ardor a persistencia da impunidade no Brasil, seguem as perguntas que o procurador geral fez ao defender sua tese de que cabe o julgamento sim.
- Por que os envolvidos não agiram às claras, como fazem "pessoas de bem"?
- Por que parte do dinheiro era depositado em contas bancárias no exterior?
- Por que não se utilizava o mecanismo bancário comum, este que conhecemos?
- Por que Marcos Valério e Delúbio Soares mentiram sobre a movimentação financeira?
- A movimentação clandestina de mais de R$ 40 milhões é o quê?
- A mala de dinheiro entregue ao então PL e ao PTB é o quê?
- Os saques feitos por parlamentares, em espécie, no Banco Rural são o quê?
São só algumas das perguntas que não se calam, nessa sujeira que é o governo Lula.
terça-feira, agosto 21, 2007
Por que a CPMF precisa acabar?
A CPMF precisa acabar, primeiramente, porque é um imposto injusto. E isso se explica em três breves consequências de sua cobrança: Possui um terrível efeito cascata, afungenta investimentos no setor produtivo e contribui para a diminuição do crescimento do pais.
O efeito cascata acontece porque toda a cadeia produtiva de qualquer comércio ou industria é taxada por esse imposto. Logo o preço final de um bem de consumo acaba tendo inserido diversas cobranças de imposto sobre imposto, o que não é nem um pouco justo. No caso dos remédios por exemplo, o preço final fica 2% mais caro só por causa da CPMF.
Essa cobrança também impede maior liberdade de ação aos empresários que queiram investir no setor produtivo, pois toda movimentação bancária passa a ser temerosa. Qualquer tentativa de bonificação aos funcionários, compra de equipamentos ou investimento em pesquisa passa a ser onerado.
É o caso por exemplo de um laboratório de análises de solo e petróleo em que trabalhei a serviço de uma terceirizada. Eles exportavam serviços de análise à Europa e ao México e o pagamento era deixado em contas do exterior para então fugir da cobrança da CPMF. Imagina quantos casos como esses não devem ocorrer no Brasil?
Somado a isto, tem-se também o fator de que a CPMF é a causa de ao meno 0.9% na taxa básica de juros, a Selic, o que trava ainda mais o crescimento do país. Estudos indicam que só o corte da cobrança da CPMF, e seus 0.9% de juros, possa causar um acréscimo de 1% no crescimento do PIB. Isso seria quase chegar no crescimento do Chile, país que caminha para o desembrego quase 0.
Ou seja, no final das contas quem mais sofre com a cobrança da CPMF é o pobre, que não tem como fugir de sua cobrança e sofre com o crescimento baixo da economia.
Além disso, é preciso observar que a CPMF não precisaria mais ser peça fundamental do orçamento da União. Bastava o governo equilibrar melhor suas contas. Um exemplo claro é que se o governo tivesse acabado com a CPMF em dezembro passado, e passasse apenas esses seis meses sem aumentar gastos, ainda sim a arrecadação de impostos teria crescido 2.8 bilhões.
O problema é que o governo Lula quer continuar aumentando os gastos do governo e em consequência a carga tributária. Faz isso para poder gastar em propagandas, na televisão pública e contratação de funcionários públicos sem concurso, como neste trem da alegria que está pra ser aprovado. É uma vergonha.
Leia também:
O efeito cascata acontece porque toda a cadeia produtiva de qualquer comércio ou industria é taxada por esse imposto. Logo o preço final de um bem de consumo acaba tendo inserido diversas cobranças de imposto sobre imposto, o que não é nem um pouco justo. No caso dos remédios por exemplo, o preço final fica 2% mais caro só por causa da CPMF.
Essa cobrança também impede maior liberdade de ação aos empresários que queiram investir no setor produtivo, pois toda movimentação bancária passa a ser temerosa. Qualquer tentativa de bonificação aos funcionários, compra de equipamentos ou investimento em pesquisa passa a ser onerado.
É o caso por exemplo de um laboratório de análises de solo e petróleo em que trabalhei a serviço de uma terceirizada. Eles exportavam serviços de análise à Europa e ao México e o pagamento era deixado em contas do exterior para então fugir da cobrança da CPMF. Imagina quantos casos como esses não devem ocorrer no Brasil?
Somado a isto, tem-se também o fator de que a CPMF é a causa de ao meno 0.9% na taxa básica de juros, a Selic, o que trava ainda mais o crescimento do país. Estudos indicam que só o corte da cobrança da CPMF, e seus 0.9% de juros, possa causar um acréscimo de 1% no crescimento do PIB. Isso seria quase chegar no crescimento do Chile, país que caminha para o desembrego quase 0.
Ou seja, no final das contas quem mais sofre com a cobrança da CPMF é o pobre, que não tem como fugir de sua cobrança e sofre com o crescimento baixo da economia.
Além disso, é preciso observar que a CPMF não precisaria mais ser peça fundamental do orçamento da União. Bastava o governo equilibrar melhor suas contas. Um exemplo claro é que se o governo tivesse acabado com a CPMF em dezembro passado, e passasse apenas esses seis meses sem aumentar gastos, ainda sim a arrecadação de impostos teria crescido 2.8 bilhões.
O problema é que o governo Lula quer continuar aumentando os gastos do governo e em consequência a carga tributária. Faz isso para poder gastar em propagandas, na televisão pública e contratação de funcionários públicos sem concurso, como neste trem da alegria que está pra ser aprovado. É uma vergonha.
Leia também:
segunda-feira, agosto 20, 2007
sexta-feira, agosto 17, 2007
Onde Lula vai, a vaia vai atrás
Do Ex-Blog do Cézar maia: Nervos à Flor da Pele
1. Aonde Lula vai há a expectativa de vaias. Isso o está deixando com os nervos a flor da pele. Ontem em Campos, um pequeno grupo de 12 pessoas vaiou e foi o suficiente para que a cerimônia mudasse os discursos no palanque e Lula e o governador contra-atacasse, Lula tentasse ironizar (sempre falando bobagens sem sentido), dando à minúscula manifestação (segundo eles) espaço em toda a mídia. Hoje ninguém sabe o que eles estavam fazendo em Campos. Mas sabe-se das vaias e das reações.
2. À noite no Rio -em visita ao apartamento da viúva de Apolônio Carvalho -vide coluna do Ancelmo no Globo- foi outra vez vaiado, espontaneamente vaiado.
3. Ontem no encontro do Jobim com parentes das vítimas de Congonhas, quando um deles descascou Lula, os demais se levantaram e aplaudiram (ver Painel da FSP).
4. Lula já sinaliza com um discurso chavista. O argumento que as elites são contra o bolsa-família e que os filhos da elite ganham bolsa no exterior é de uma demagogia que nem Chávez iria a tanto. Sinaliza desespero e confronto. Populismo + autoritarismo é a fórmula da contra-democracia. Cuidemos dela como primeiríssima prioridade. Enquanto é tempo!
1. Aonde Lula vai há a expectativa de vaias. Isso o está deixando com os nervos a flor da pele. Ontem em Campos, um pequeno grupo de 12 pessoas vaiou e foi o suficiente para que a cerimônia mudasse os discursos no palanque e Lula e o governador contra-atacasse, Lula tentasse ironizar (sempre falando bobagens sem sentido), dando à minúscula manifestação (segundo eles) espaço em toda a mídia. Hoje ninguém sabe o que eles estavam fazendo em Campos. Mas sabe-se das vaias e das reações.
2. À noite no Rio -em visita ao apartamento da viúva de Apolônio Carvalho -vide coluna do Ancelmo no Globo- foi outra vez vaiado, espontaneamente vaiado.
3. Ontem no encontro do Jobim com parentes das vítimas de Congonhas, quando um deles descascou Lula, os demais se levantaram e aplaudiram (ver Painel da FSP).
4. Lula já sinaliza com um discurso chavista. O argumento que as elites são contra o bolsa-família e que os filhos da elite ganham bolsa no exterior é de uma demagogia que nem Chávez iria a tanto. Sinaliza desespero e confronto. Populismo + autoritarismo é a fórmula da contra-democracia. Cuidemos dela como primeiríssima prioridade. Enquanto é tempo!
quarta-feira, agosto 15, 2007
Capital especulativo internacional
Resolvi escrever um pouco sobre o tão mal falado capital especulativo internacional após uma longa discussão com um amigo de infância. Na verdade sempre quis escrever sobre isso pois adoro desmistificar os "inimigos comuns" que a esquerda gosta de criar. Para quem não sabe, o "inimigo comum" é um elemento obrigatório para que um pequeno grupo domine uma população. Tal qual Fidel, Hitler, Lenin, Mao e outros ditadores sanguinários.
Em primeiro lugar é preciso entender que o capital especulativo internacional não é um ente. Não é um ser vivo com vontade própria, nem mesmo uma máfia. Ele nada mais é que milhões de pessoas ao redor do mundo inteiro, poupando dinheiro para uma aposentadoria tranquila ou para objetivos de mais curto prazo, como comprar uma casa. Sem contar com empresas e organizações que precisam poupar para se preparem no caso de eventuais problemas, como por exemplo empresas de seguro.
Logo vê-se que o capital especulativo internacional não tem o íntuito de destruir nações, nem mesmo derrubar governos. Até porque como já foi dito, ele não tem vontade própria. A questão é que para chegar aos objetivos esperados, fundos, empresas, investidores e demais, buscam não só um lugar pra guardar dinheiro, buscam também investir onde possam ter uma compensação sobre a inflação, ou algum lucro.
Em contrapartida, outras empresas do mundo todo precisam de dinheiro para fazer investimentos. Cidadãos do mundo todo precisam de dinheiro para financiar uma casa, um carro ou até mesmo um eletro-doméstico. Agricultores precisam de empréstimos para financiar a colheita. E governos precisam para tapar buraco nos seus gastos excessivos. E é aí que começa o perigo.
Normalmente título de governo é considerado um investimento seguro. Mas quando ocorre uma moratória, o país inteiro passa a ser considerado investimento de alto risco. Empresas param de receber investimentos, crédito ao consumidor desaparece, e o próprio governo perde os recursos para financiar seus déficits, só lhe restando então imprimir dinheiro. E essa é a atitude final que causa o caos numa economia, pois acaba com o lastro da moeda e a inflação dispara. Quem mais perde com isso é claro é o pobre.
E é errado um fundo de previdência por exemplo parar de investir num país após uma moratória? Claro que não. Veja bem que os administradores de um fundo de previdência por exemplo têm a responsabilidade de gerir as economias de milhares de pessoas, e nada mais justo do que ele se precaver de perder dinheiro. É só pôr-se no lugar de uma pessoa que poupou a vida inteira, e por má gestão de um fundo chega ao fim da vida sem poder usufruir de aposentadoria, porque o administrador do fundo de investimento era um esquerdista que resolveu continuar dando dinheiro a um país que não honra seus compromissos.
O Brasil aplicou uma moratória no governo Sarney e desde então passou a ser considerado um país de altíssimo risco de investimento. Sem poder contar com o dinheiro dos investidores para tapar o buraco de seus gastos, Sarney e Collor mandaram a casa da moeda imprimir, o que resultou na famosa super-inflação.
A inflação só se estabilizou, quando Fernando Henrique, na época ministro da fazendo de Itamar Franco, lançou o plano real, que não era somente uma troca de moeda, mas uma revisão total no modo de gastar no Estado. Foi preciso uma reforma fiscal, para garantir o mínimo de déficit possível, e a pior parte de tudo: Um aumento absurdo de juros. E isso foi mandatório, uma vez que o Brasil passou a ser um país muito arriscado para se investir. Ou seja, o fundo de previdência, por exemplo, que outrora investia no país, só voltaria a fazê-lo, se o risco valesse a pena.
Com a economia estabilizada, agora era só questão de tempo para que o Brasil voltasse a ser um país de poucos riscos. Outros fatores ajudaram o Brasil a ter um status melhor hoje: Agências reguladoras, lei de responsabilidade fiscal, pagamento em dia das dívidas e manutenção da democracia. Além disso, o fato do Brasil ter conseguido enfrentar três crises internacionais seguidas, aumentou ainda mais a confiança do mundo no país.
Com tudo isso é importante lembrar que quando você poupa seu dinheiro em um fundo ou clube de investimento, aplica num plano de previdência, paga mensalidades de um seguro de casa, ou até mesmo compra ações de uma empresa, você passa a fazer parte do tal capital especulativo internacional. Mas isso não é pra te deixar culpado, pois ao contrário do que a esquerda prega, o capital especulativo internacional é o que promove o crescimento das empresas, gera empregos e distribui renda. E isso tudo sem intenção.
Em primeiro lugar é preciso entender que o capital especulativo internacional não é um ente. Não é um ser vivo com vontade própria, nem mesmo uma máfia. Ele nada mais é que milhões de pessoas ao redor do mundo inteiro, poupando dinheiro para uma aposentadoria tranquila ou para objetivos de mais curto prazo, como comprar uma casa. Sem contar com empresas e organizações que precisam poupar para se preparem no caso de eventuais problemas, como por exemplo empresas de seguro.
Logo vê-se que o capital especulativo internacional não tem o íntuito de destruir nações, nem mesmo derrubar governos. Até porque como já foi dito, ele não tem vontade própria. A questão é que para chegar aos objetivos esperados, fundos, empresas, investidores e demais, buscam não só um lugar pra guardar dinheiro, buscam também investir onde possam ter uma compensação sobre a inflação, ou algum lucro.
Em contrapartida, outras empresas do mundo todo precisam de dinheiro para fazer investimentos. Cidadãos do mundo todo precisam de dinheiro para financiar uma casa, um carro ou até mesmo um eletro-doméstico. Agricultores precisam de empréstimos para financiar a colheita. E governos precisam para tapar buraco nos seus gastos excessivos. E é aí que começa o perigo.
Normalmente título de governo é considerado um investimento seguro. Mas quando ocorre uma moratória, o país inteiro passa a ser considerado investimento de alto risco. Empresas param de receber investimentos, crédito ao consumidor desaparece, e o próprio governo perde os recursos para financiar seus déficits, só lhe restando então imprimir dinheiro. E essa é a atitude final que causa o caos numa economia, pois acaba com o lastro da moeda e a inflação dispara. Quem mais perde com isso é claro é o pobre.
E é errado um fundo de previdência por exemplo parar de investir num país após uma moratória? Claro que não. Veja bem que os administradores de um fundo de previdência por exemplo têm a responsabilidade de gerir as economias de milhares de pessoas, e nada mais justo do que ele se precaver de perder dinheiro. É só pôr-se no lugar de uma pessoa que poupou a vida inteira, e por má gestão de um fundo chega ao fim da vida sem poder usufruir de aposentadoria, porque o administrador do fundo de investimento era um esquerdista que resolveu continuar dando dinheiro a um país que não honra seus compromissos.
O Brasil aplicou uma moratória no governo Sarney e desde então passou a ser considerado um país de altíssimo risco de investimento. Sem poder contar com o dinheiro dos investidores para tapar o buraco de seus gastos, Sarney e Collor mandaram a casa da moeda imprimir, o que resultou na famosa super-inflação.
A inflação só se estabilizou, quando Fernando Henrique, na época ministro da fazendo de Itamar Franco, lançou o plano real, que não era somente uma troca de moeda, mas uma revisão total no modo de gastar no Estado. Foi preciso uma reforma fiscal, para garantir o mínimo de déficit possível, e a pior parte de tudo: Um aumento absurdo de juros. E isso foi mandatório, uma vez que o Brasil passou a ser um país muito arriscado para se investir. Ou seja, o fundo de previdência, por exemplo, que outrora investia no país, só voltaria a fazê-lo, se o risco valesse a pena.
Com a economia estabilizada, agora era só questão de tempo para que o Brasil voltasse a ser um país de poucos riscos. Outros fatores ajudaram o Brasil a ter um status melhor hoje: Agências reguladoras, lei de responsabilidade fiscal, pagamento em dia das dívidas e manutenção da democracia. Além disso, o fato do Brasil ter conseguido enfrentar três crises internacionais seguidas, aumentou ainda mais a confiança do mundo no país.
Com tudo isso é importante lembrar que quando você poupa seu dinheiro em um fundo ou clube de investimento, aplica num plano de previdência, paga mensalidades de um seguro de casa, ou até mesmo compra ações de uma empresa, você passa a fazer parte do tal capital especulativo internacional. Mas isso não é pra te deixar culpado, pois ao contrário do que a esquerda prega, o capital especulativo internacional é o que promove o crescimento das empresas, gera empregos e distribui renda. E isso tudo sem intenção.
terça-feira, agosto 14, 2007
E-mails enviados a deputados e ao PSDB sobre a CPMF
Enviei os seguintes e-mails para demonstrar meu repúdio à prorrogação da CPMF:
E-mail enviado ao PSDB:
Venho por meio dessas informar minha indignação com o PSDB por conta da votação sobre a CPMF. Li no G1 que o partido, no qual votei tanto para o senado como para a câmara, está propondo apenas uma redução na alíquota. Um absurdo, se lembrado também que o governo Lula não terá qualquer intuíto em reduzir os gastos governamentais caso a CPMF continue alimentando seus cofres, o que deixará o próximo presidente numa situação injusta tendo enfim este a ganhar a impopularidade de renovar o tributo. Não teria o PSDB um projeto para eleger um presidente? Gostaria o PSDB de novamente ser acusado de manter a carga tributária alta? É melhor começar a pensar agora e não aprovar esse imposto injusto.
E-mail enviado à câmara dos deputados:
Solicito que os senhores deputados não aprovem a proposta do executivo de prorrogar a CPMF. Esse imposto é injusto e desnecessário. Só mesmo o PT e o presidente Lula se aproveitam desse dinheiro, não tendo o povo qualquer retorno. Se o governo Lula realmente estivesse interessado em equilibrar as contas ele não teria aumentado em 140% o salários dos cargos de comissão, não teria liberado dinheiro aleatório para sindicatos. O que o governo Lula quer é continuar se aproveitando do nosso dinheiro, fruto de nosso trabalho para continuar manipulando o congresso. Se o legislativo aprovar a prorrogação da CPMF, será o sinal definitivo da subserviencia deste poder ao executivo, em contraposição a opinião do povo, que deseja o fim da cobrança o mais rápido possível.
E-mail enviado ao deputado Otávio Leite:
Deputado Otávio Leite, nas eleições de 2006 votei no senhor para deputado federal. Votei porque o PSDB é o partido ao qual eu mais me simpatizo, e pela minha esperança de que você fosse contra a elevada carga tributária que está asfixiando a classe média brasileira. É por isso que venho por meio desta solicitar que o senhor se posicione contra a prorrogação da CPMF, este é a vontade de todos os seus eleitores, e o senhor como nosso representante tem o dever de se posicionar contra. Desde já agradeço a atenção, e espero que na próxima eleição possa votar novamente no mesmo deputado.
E-mail enviado ao PSDB:
Venho por meio dessas informar minha indignação com o PSDB por conta da votação sobre a CPMF. Li no G1 que o partido, no qual votei tanto para o senado como para a câmara, está propondo apenas uma redução na alíquota. Um absurdo, se lembrado também que o governo Lula não terá qualquer intuíto em reduzir os gastos governamentais caso a CPMF continue alimentando seus cofres, o que deixará o próximo presidente numa situação injusta tendo enfim este a ganhar a impopularidade de renovar o tributo. Não teria o PSDB um projeto para eleger um presidente? Gostaria o PSDB de novamente ser acusado de manter a carga tributária alta? É melhor começar a pensar agora e não aprovar esse imposto injusto.
E-mail enviado à câmara dos deputados:
Solicito que os senhores deputados não aprovem a proposta do executivo de prorrogar a CPMF. Esse imposto é injusto e desnecessário. Só mesmo o PT e o presidente Lula se aproveitam desse dinheiro, não tendo o povo qualquer retorno. Se o governo Lula realmente estivesse interessado em equilibrar as contas ele não teria aumentado em 140% o salários dos cargos de comissão, não teria liberado dinheiro aleatório para sindicatos. O que o governo Lula quer é continuar se aproveitando do nosso dinheiro, fruto de nosso trabalho para continuar manipulando o congresso. Se o legislativo aprovar a prorrogação da CPMF, será o sinal definitivo da subserviencia deste poder ao executivo, em contraposição a opinião do povo, que deseja o fim da cobrança o mais rápido possível.
E-mail enviado ao deputado Otávio Leite:
Deputado Otávio Leite, nas eleições de 2006 votei no senhor para deputado federal. Votei porque o PSDB é o partido ao qual eu mais me simpatizo, e pela minha esperança de que você fosse contra a elevada carga tributária que está asfixiando a classe média brasileira. É por isso que venho por meio desta solicitar que o senhor se posicione contra a prorrogação da CPMF, este é a vontade de todos os seus eleitores, e o senhor como nosso representante tem o dever de se posicionar contra. Desde já agradeço a atenção, e espero que na próxima eleição possa votar novamente no mesmo deputado.
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